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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

DONA DE CASA SE REVOLTA COM AÇÃO DA PM

A dona de casa Renê da Silva, moradora do bairro Mãe Rainha, está revoltada. Na última segunda-feira (2), enquanto nossa reportagem acompanhava o desenrolar de um assalto ocorrido na cidade, ela nos procurou para reclamar de uma ação da Policia Militar que estava sendo realizada naquele mesmo instante, no cumprimento de um mandado de prisão contra seu irmão. Segundo a reclamante, houve abusos por parte dos militares. Ela também procurou o Ministério Público e garante que irá até a Corregedoria da PM.
A mulher, chorando, afirmou que residências foram invadidas, telhas quebradas e temia que seu irmão, naquele instante sendo procurado no meio de um cafezal, fosse agredido pelos policiais. "Eles partiram pra cima dele com paus, com violência. Meu irmão só deve pensão. Não é bandido! Enquanto isso, os assaltos acontecem e nada é feito. No Mãe Rainha, foram roubadas duas motos perto da minha casa, e só apareceu uma viatura 50 minutos depois".
Para Renê, os atos da PM tem motivação racista. Segundo ela, moradores do bairro são constantemente abordados sem motivo. "Basta ficar numa esquina, e já chegam intimidando. É preto, é pobre, tem que ser humilhado", disse.
Como não foi possível ouvir o comando do Pelotão local na mesma tarde, por conta da correria gerada pelo assalto, conversamos depois com o Tenente Luiz Marinho, por telefone. Ele afirma que não houve ilegalidade alguma na ação, e que os militares só partiram no encalço do rapaz porque este resolveu fugir, passando por muros, telhados e quintais da área. "Só entramos em uma residência, e ainda porque fomos autorizados. Ele é que invadiu casas para fugir", afirmou, lembrando ainda que todos os fatos foram relatados em Boletim de Ocorrência, encaminhado à Delegacia de Policia.
Agendamos uma entrevista com o comandante para esta quarta-feira (4), e todos os detalhes sobre esta história você terá em nossa próxima edição do JPF. Aguarde e Confira.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

MANHÃ SEM ÁGUA

Moradores de Poço Fundo foram surpreendidos na manhã desta segunda-feira (13) por uma falta de água não programada. Sem informações da Copasa sobre o que poderia ter causado o problema, muitos entraram em contato com nossa reportagem, para averiguar o que havia ocorrido.
Ligamos para o atendimento 24h da empresa, e fomos informados que uma manutenção de rede, em parceria com a Prefeitura, estava sendo realizada, e que o abastecimento seria retomado a partir do meio-dia.
Vale lembrar: O telefone da Copasa, para informações sobre qualquer problema, é o 115. Ao ligar, tenha, de preferência, uma conta em mãos para passar o número da matrícula que irá constar no protocolo.


ACÚMULO DE LIXO REVOLTA MORADORES DO NOVA GIMIRIM

O lixo acumulado aos fins de semana logo no início da avenida José Evilásio Assi e na praça Dr. Clóvis continua a incomodar moradores e comerciantes. Nesta segunda-feira, a via e o jardim amanheceram tomados por detritos oriundos de lanchonetes e também de residências.
A proprietária de uma padaria das proximidades foi quem chamou a reportagem do JPF para fazer a reclamação. Segundo ela, algumas pessoas simplesmente jogam o lixo no canteiro central depois da passagem do caminhão que faz a coleta, no domingo. O resultado é óbvio: os cachorros fazem a festa, principalmente porque nas sacolas e sacos plásticos há restos de comida em profusão.
A Praça, por sua vez, fica totalmente tomada por sacolas, plástico, papel, copos, garrafas pet e outros restos de lanchonete, jogados por pessoas que se alimentam ali mesmo antes e depois de festas. Com isso, a segunda-feira é o dia mais complicado de trabalho tanto para as mulheres responsáveis pela varríção como para os coletores, que prometeram repassar novamente a comerciantes e moradores os horários corretos da passagem do compactador (sempre entre 9h30 e 10h00 da manhã).
A comerciante que faz a reclamação ainda completa sua revolta com uma acusação, mas sem citar nomes. Ela afirma que as garis fazem a limpeza do jardim e deixam tudo pronto para recolhimento. No entanto, uma outra pessoa, que seria inclusive funcionário da prefeitura, passa abrindo os sacos para recolher latinhas, e os deixa abertos, à mercê dos animais.

Mulheres responsáveis pela varrição na praça sofrem com o lixo acumulado do fim de semana

Detritos são jogados após passagem do caminhão, e animais fazem a festa

Coletores também passam sufoco por conta do acúmulo, com risco inclusive de acidentes com vidros quebrados