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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

QUANDO O DESCASO PODE SER FATAL




Casal de trabalhadores rurais de Machado sofre com a perda da filha, de apenas seis anos de idade, após uma verdadeira luta para que ela tivesse um bom atendimento médico. Emanulle Felix morreu na tarde da última quinta-feira (8), depois de ter a doença misteriosa que ceifou sua vida tratada anteriormente apenas como uma simples virose por médicos do Sindicato dos Produtores Rurais* e da Santa Casa. Enviada em estado grave para o Pronto Atendimento, a garotinha também não teria recebido o socorro adequado, e segundo a mãe morreu sentada em uma cadeira de rodas.
Os pais agora buscam Justiça e esclarecimentos sobre o que levou a menina a óbito, embora afirmem que IML teria se recusado a fazer autópsia.
Esta história completa você confere em nossa próxima edição da Gazeta Machadense, neste sábado (10). Aguarde e confira!

*Nota: Anteriormente neste site e também em nossa edição impressa, haviamos informado que o primeiro local onde a criança foi atendida teria sido o Sindicato dos Trabalhadores. Falha deste repórter, que fazendo notas rápidas para fechamento de edição, inadvertidamente digitou “Trabalhadores” ao invés de “Produtores”. Pessoalmente, peço desculpas por qualquer transtorno causado à entidade citada de maneira equivocada, e me coloco à disposição para esclarecimento, antecipando ainda que faremos, em nossas próximas edições do grupo JPF, esta mesma correção em matéria de retratação.  – Antonio Carlos (Toninho Rodrigues), repórter autor desta matéria.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ACOSTAMENTO DO DESCASO FAZ CASAL PASSAR SUFOCO

Um casal passou por sérios apuros no início desta tarde na rodovia MG 179, por conta das péssimas condições do acostamento (se é que podemos chamar as crateras ao lado da pista desta forma) nas proximidades do trevo secundário de Poço Fundo, o chamado "Acesso II". O veículo em que eles estavam seguia no sentido Pouso Alegre quando caiu num dos buracos, e na tentativa de voltar à pista o motorista acabou perdendo o controle e por pouco não caiu numa ribanceira do lado contrário.
Num lance de muita sorte, ele e a sua esposa, que estava no banco do carona, saíram ilesos do sinistro. O carro, porém, sofreu danos consideráveis, principalmente nas rodas dianteiras, que se quebraram por conta do impacto com as valas.
A Policia Militar esteve no local e prestou os primeiros atendimentos. O automóvel ficou numa posição perigosa, com parte da traseira na pista de rolamento, mas o local foi sinalizado enquanto se aguardava a chegada da Policia Rodoviária Estadual.

Somente estatísticas

Vale sempre lembrar que o acostamento da Rodovia MG 179, no setor entre Machado e São João da Mata, apresenta vários pontos com grandes crateras, oferecendo extremo perigo para os motoristas em ambos os sentidos de direção. Não foram poucos os acidentes registrados por conta disso, inclusive com mortes, mas nada parece sensibilizar os responsáveis pela estrada, que a cada ano inventam uma desculpa diferente para deixar tudo como está.
Agora, em ano eleitoral, não foram e não serão poucas as promessas de resolução do problema (e vai ter gente que acreditará nelas). A realidade, nua e crua, no entanto, é que acidentes como os de hoje, e até as vidas perdidas em outros, continuam a ser apenas meros e frios números nas estatísticas.







quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

SUFOCADOS PELO DESCASO

Tempo seco, calor intenso, baixa umidade... são os principais elementos apontados para o grande número de incêndios em matas e matagais da região, e muitas vezes citados como únicas causas, de vez em quando aliados à falta de consciência de algumas pessoas, que ateiam fogo onde não se deve.
No entanto, é claro para boa parte dos moradores vizinhos a lotes vagos em vários bairros de Poço Fundo, que sofrem com a fumaça e correm sério risco de intoxicação ou até de terem suas casas atingidas pelo fogo, que ações mais eficazes (e eficientes) por parte do poder público contra os donos de terrenos que ficam abandonados e tomados pelo mato no município evitariam grande parte deste problema.
Espaços que há muito tempo não sabem o que é um boa ação de roçadeira, uma boa capinada, e são deixados ao léu, comprados apenas para transações imobiliárias futuras, e não para construções, são exatamente os pontos onde estão ocorrendo os sinistros, algo que não ocorreria se os seus proprietários os mantivessem em condições adequadas para a zona urbana. Quem mora perto destes terrenos e já sofre o ano inteiro com ratos, cobras, escorpiões e perigosas aranhas invadindo suas residências, no tempo seco ainda contam com outras invasões: a da fumaça tóxica e a do medo de terem seus imóveis incendiados, como ocorreu em Machado com uma loja de móveis, recentemente.
Na semana passada, muita gente se assustou com um incêndio no bairro Mãe Rainha. Nesta, nossa reportagem já flagrou pelo menos mais três focos, sendo o último na manhã desta quarta-feira (12), na vila Guilherma. O detalhe é que em todos os casos, os próprios vizinhos tiveram que conter as chamas, com abafadores improvisados, já que em um caso o caminhão pipa da Prefeitura estava quebrado, e em outras não se conseguiu contato com os responsáveis pelo veículo. Com a unidade do Corpo de Bombeiros mais próxima localizada em Alfenas, a alternativa é mesmo se arriscar e encarar o perigo, para evitar coisa ainda pior.
Segundo institutos de meteorologia da região, uma frente fria está se aproximando do Sudeste, e a chuva pode voltar a qualquer momento. Pode ser um grande alívio para um bocado de gente, e os riscos de incêndios diminuem, mas para os moradores cujas casas ladeiam ou ficam próximas destas verdadeiras ilhas de matagal (faixas de capim e arbustos cercados de casas por todos os lados), as coisas apenas voltam à normalidade, com suas jararacas e cascavéis de todas as semanas.
Fica aí o apelo às nossas autoridades, por uma atenção maior a esta gente, e rigor mais contundente tanto contra os que provocam os sinistros como contra os irresponsáveis proprietários destes lotes.





segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

OI/TELEMAR: SETE DIAS DE DESCASO COM A POPULAÇÃO POÇO-FUNDENSE

Cabo rompido impede um casal de idosos, que mora na rua Arcanjo Mendes, de falar com a filha ou procurar socorro em caso de necessidade
Desde a última segunda-feira (25 de novembro), moradores da rua Arcanjo Mendes, de parte do bairro Santa Helena e das proximidades do Hospital de Gimirim estão enfrentando vários dissabores por conta de fios da Oi/Telemar, que foram atingidos por um caminhão na manhã daquela data e até às 11h00, de hoje (2/12) não foram consertados. Um casal de idosos não consegue falar com a filha, uma funcionária pública não tem como colocar seu carro na garagem (o cabo impede a passagem), caminhões carregados têm dificuldades para passar pela esquina da via com a rua Tiradentes e, o mais grave, ao que parece até o telefone principal do Hospital de Gimirim foi danificado, impedindo o acionamento de ambulâncias em casos de emergência.
Segundo clientes e moradores, várias ligações foram realizadas no telefone de atendimento da Oi (10331), e em todos a resposta era a mesma: a empresa, friamente, informava que tinha um prazo de 72 horas para atender ao pedido de conserto. O detalhe é que já se passaram 168 horas desde o primeiro acionamento, e nenhuma providência foi tomada.
Uma das moradoras fez um boletim de ocorrência sobre o caso, e promete acionar a Justiça contra a empresa, pelos problemas que vem enfrentando.
Nossa reportagem ligou para o número de emergência da Oi, e o procedimento padrão do telemarketing chega a ser revoltante. Novamente, informaram do prazo (de 72 horas), mas diante do relato de várias questões, inclusive a possibilidade de ocorrer uma morte pelo fato de um paciente ou familiar deste não conseguir pedir socorro, os funcionários simplesmente não sabiam o que dizer.
No setor  técnico, a informação foi de que o pedido seria colocado na área de prioridade, após muita insistência de nosso repórter.
Estamos aguardando as providências, e continuamos acompanhando cada lance, para saber até onde vai a falta de respeito desta operadora com seus clientes e com a população em geral de Poço Fundo.

Em tempo: Se você precisa entrar em contato com o Hospital de Gimirim, tente pelo (35) 3283-1026 ou pelo 190, o telefone de emergência da Policia Militar.
Cabo é composto por vários pequenos fios que, danificados, prejudicam seletivamente residências e estabelecimentos, inclusive o Hospital de Gimirim
Dona de residência na via onde ocorreu o incidente não consegue colocar seu carro na garagem. Fio impede a entrada
A qualquer momento, situação pode piorar, já que caminhões continuam passando pela área, mesmo com dificuldades