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terça-feira, 7 de julho de 2015

RÉU CONFESSO DE HOMICÍDIO CONTRA EX-MULHER É CONDENADO PELO JÚRI

O Tribunal do Júri condenou, nesta terça-feira (7), o servente Willian Ferreira pelo assassinato de Marilia Peres, ocorrido em fevereiro do ano passado. A pena dosada pelo Juiz Fernando Tamburini é de 17 anos de prisão.
Para os jurados, Willian matou a ex-esposa por motivo fútil e sem lhe dar nenhuma chance de defesa. A punição só não foi ainda maior porque ele se entregou e confessou o crime. Familiares da vitima comemoraram o resultado, mas mesmo assim proferiram xingamentos ao acusado na sua saída para a Cadeia de Machado.
O advogado do réu, Luiz Henrique, já antecipou que vai recorrer da decisão, para tentar diminuir a pena.
Os detalhes de como foi o julgamento em nossas próximas edições do grupo JPF.

Julgamento foi rápido. Sentença foi lida por volta das 15h15

Plenária do Fórum ficou lotada durante todo a sessão

ASSASSINO DE EX-ESPOSA ENCARA TRIBUNAL DO JÚRI

Com a presidência do Juiz Fernando Tamburini, teve inicio na manhã desta terça-feira (7) o julgamento de Willian Ferreira (32 anos), acusado de matar a tiros sua ex-mulher Marilia Peres, em fevereiro do ano passado, na rua São Vicente (bairro do Canto). Sete jurados irão decidir o destino do rapaz, e sete testemunhas de acusação (nenhuma de defesa) estão convocadas para depoimentos.
No interrogatório, Willian mudou a versão apresentada ao se entregar à Policia Militar, no dia do homicídio. Naquela ocasião, afirmou que tinha a intenção de matar a jovem e havia emprestado a arma utilizada, um revólver calibre 22, para o cometimento do crime. Diante do Júri, no entanto, alegou legítima defesa.
Na chegada do réu, o pai da vítima passou mal e teve que ser retirado da sala de sessões.
Continuamos acompanhando, e você terá mais informações aqui e em nossa próximas edições do grupo JPF.

Julgamento acontece no Fórum de Poço Fundo, sob presidência do juiz Fernando Tamburini

terça-feira, 30 de setembro de 2014

JULGAMENTO DE FILHO QUE MATOU PAI A PAULADAS É ADIADO

Pedido foi feito pelo promotor, e aceito após longa conversa com a defesa
O julgamento de Marco Aurélio Correia (22 anos), acusado de ter matado o próprio pai a pauladas no bairro Mãe Rainha, iria ocorrer nesta terça-feira (30), mas foi adiado após pedido da Promotoria. O Promotor Sérgio Ameruso solicitou que fosse feito o exame de sanidade mental do jovem, algo que já havia sido pedido por um defensor mas dispensado pelos atuais advogados.
Após quase uma hora de impasse, a Juíza Fernanda Moura decidiu pelo adiamento, e Marco Aurélio foi levado de volta para a Cadeia de Machado, onde continuará aguardando a nova realização do Tribunal do Júri, com data ainda a ser marcada.
Logo após a decisão, testemunhas foram convocadas a serem ouvidas no Ministério Público, o que leva a crer que novos elementos também podem ter surgido no caso.
Continuamos acompanhando tudo e você terá detalhes em nossa próxima edição do JPF.

O crime

No inicio da noite do dia 30 de junho de 2012, Marco Antônio Côrreia, o "Garrincha", à época com 42 anos, foi morto a pauladas pelo próprio filho, Marco Aurélio Côrreia, então com 20 anos. De acordo com a polícia, o suspeito cumpria pena em regime de albergue e ainda deveria deveria ficar a uma distância de pelo menos 300 metros dos familiares, por conta de uma agressão contra o próprio avô.
O crime aconteceu em um pasto, que liga a parte baixa à parte alta do bairro, e onde os dois teriam discutido. O rapaz confessou o assassinato aos familiares, que chamaram a Polícia Militar. De acordo com uma sobrinha do homem morto, o filho matou o pai porque queria dinheiro para comprar drogas. À imprensa, logo depois de ser preso, o suspeito alegou que não se lembrava como o crime aconteceu e que estava sob efeito de crack.

Durante as discussões sobre o tema, Marco Aurélio se manteve calado e com a cabeça baixa

segunda-feira, 2 de junho de 2014

JÚRI POPULAR DECIDIRÁ DESTINO DE ASSASSINO DE RECUPERANDO DA APAC

Está em andamento, nesta segunda-feira (2), no Fórum de Machado, o julgamento do homem acusado de matar, a tiros, o recuperando da APAC Claudiney da Silva. Ewerson de Paula (31 anos), é reu confesso do homicídio. Ele teria sido o responsável pelos disparos que vitimaram o detento.
O crime foi cometido em 2012. Ewerson e um comparsa invadiram uma fábrica de blocos que era mantida pela entidade, ao lado do Cemitério da Saudade. Eles entraram no pátio pelo portão da frente, numa moto preta, e seguiram até onde estava a vítima, executando-a com vários tiros. Claudiney foi atingido por pelo menos cinco projéteis (no braço direito, mão direita, braço esquerdo, embaixo da axila esquerda e na boca, que transfixou sua cabeça), e morreu no local.
O motivo do crime seria vingança. O homem assassinado estaria cumprindo pena exatamente por ter matado um jovem no Jardim das Oliveiras, irmão de Ewerson, e este, ligado ao tráfico de drogas, teria prometido "acertar as contas". O homem responsável pela condução da moto não foi encontrado, e o assassino afirma que nunca irá entregá-lo.
O julgamento, segundo fontes ouvidas pela Gazeta, não deve demorar, já que se trata de réu confesso e não há muitas testemunhas a serem ouvidas.