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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

QUADRILHA DE ROUBO A BANCOS É PRESA NO SUL DE MINAS

*Noticia publicada neste blog de forma emergencial e provisória

Uma  árdua investigação feita pela Policia Civil, que começou logo após a explosão de um cofre do Banco do Brasil de Campestre (MG) na madrugada desta terça-feira (6), resultou em uma Operação que teve como resultado a prisão de oito bandidos, na noite da mesma data, perto de Poços de Caldas (MG).
A ação foi desencadeada no acesso à rodovia BR 267, nas proximidades de um Posto da Policia Rodoviária Federal. Delegados e investigadores de Alfenas (MG), Machado (MG), Poço Fundo (MG), Campos Gerais (MG) e Poços de Caldas (MG) conseguiram cercar o comboio que o bando formava. Um caminhão baú era utilizado pelos bandidos para transportar o dinheiro roubado e as armas.
No momento da abordagem, os meliantes reagiram e houve intensa troca de tiros. Um policial ficou ferido, bem como três bandidos (um deles em estado grave). Oito pessoas acabaram presas, dentre elas uma mulher que atuava como batedora do grupo, indo à frente e avisando de possíveis riscos para eles. Ela, o marido e dois filhos compunham, com outros quatro assaltantes, o grupo criminoso.
Foram apreendidos três fuzis, uma escopeta calibre 12, pistolas, revólveres, coletes balísticos, rádios comunicadores e farta munição, além de dinamite. Foram recuperados nada mais, nada menso que R$ 494 mil, quase meio milhão de reais, contadinhos, que haviam sido retirados do cofre do banco.
A quadrilha, que seria responsável por ações do gênero em várias cidades da região e de outros estados, é oriunda da região de Campinas, teria envolvimento com o PCC e conta com integrantes do Sul de Minas.


O ataque

Bandidos agindo no estilo das quadrilhas que já estão sendo conhecidas em todo o país como "novo cangaço" atacaram na madrugada desta terça-feira (6) em Campestre. Os meliantes explodiram os caixas eletrônicos e o cofre de uma agência do Banco do Brasil, e ainda deixaram a população em pânico, efetuando disparos de armas pesadas por cerca de meia hora.
Os ladrões chegaram à praça central da cidade em vários carros, e enquanto um grupo promovia a explosão da porta de entrada do banco, outros atiravam com fuzil, escopeta calibre 12 e pistola em todas as direções, para manter curiosos e também o pouco efetivo policial bem longe. Depois de conseguir pegar o que queriam, o grupo fugiu, tomando rumo ignorado.
Foram levados cerca de meio milhão de reais.