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domingo, 11 de janeiro de 2015

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR LEVA DEZENAS DE PESSOAS PARA O HOSPITAL

Dezenas de pessoas tiveram que ser atendidas no Hospital de Gimirim na noite deste sábado (10) e na madrugada deste domingo (11), por causa de uma intoxicação alimentar. Todas estavam em uma festa na comunidade do Bairro Paredão, e chegaram ao Pronto Atendimento com sintomas como vômitos e diarréia.
Segundo informações colhidas no hospital, foi preciso pedir reforço para o atendimento. Funcionários que estavam de folga foram convocados, e os corredores da instituição pareciam área de hospital de guerra. Somente pelo HG, passaram 96 pacientes, mas também há relatos de vários atendimentos no Pronto Atendimento de Machado e no Hospital Samuel Libânio, em Pouso Alegre.
Segundo algumas vitimas ouvidas por telefone pelo JPF, a causa da intoxicação pode estar relacionada à farofa que foi servida no evento. Uma delas afirma que só comeu carne e o preparado, e passou muito mal. Outras que comeram carne apenas e outros tipos de petiscos não sofreram nenhum dano.
Entramos em contato com a Policia Militar, e a informação é de que até o momento nenhum boletim de ocorrência sobre o fato foi confeccionado. Não há dados sobre algum paciente em estado grave até o fechamento desta nota.
Continuamos acompanhando e repassaremos detalhes em breve.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

VEJA IMAGENS DA CONFUSÃO OCORRIDA NO HOSPITAL DE GIMIRIM

Homem que havia se envolvido em briga anterior e já tinha sido liberado volta ao hospital com irmã e exige atendimento prioritário, promovendo agressões poucos minutos depois de chegar. Gestante que era atendida na hora da confusão teve que ser transferida para Machado, depois de passar mal.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

OI/TELEMAR: SETE DIAS DE DESCASO COM A POPULAÇÃO POÇO-FUNDENSE

Cabo rompido impede um casal de idosos, que mora na rua Arcanjo Mendes, de falar com a filha ou procurar socorro em caso de necessidade
Desde a última segunda-feira (25 de novembro), moradores da rua Arcanjo Mendes, de parte do bairro Santa Helena e das proximidades do Hospital de Gimirim estão enfrentando vários dissabores por conta de fios da Oi/Telemar, que foram atingidos por um caminhão na manhã daquela data e até às 11h00, de hoje (2/12) não foram consertados. Um casal de idosos não consegue falar com a filha, uma funcionária pública não tem como colocar seu carro na garagem (o cabo impede a passagem), caminhões carregados têm dificuldades para passar pela esquina da via com a rua Tiradentes e, o mais grave, ao que parece até o telefone principal do Hospital de Gimirim foi danificado, impedindo o acionamento de ambulâncias em casos de emergência.
Segundo clientes e moradores, várias ligações foram realizadas no telefone de atendimento da Oi (10331), e em todos a resposta era a mesma: a empresa, friamente, informava que tinha um prazo de 72 horas para atender ao pedido de conserto. O detalhe é que já se passaram 168 horas desde o primeiro acionamento, e nenhuma providência foi tomada.
Uma das moradoras fez um boletim de ocorrência sobre o caso, e promete acionar a Justiça contra a empresa, pelos problemas que vem enfrentando.
Nossa reportagem ligou para o número de emergência da Oi, e o procedimento padrão do telemarketing chega a ser revoltante. Novamente, informaram do prazo (de 72 horas), mas diante do relato de várias questões, inclusive a possibilidade de ocorrer uma morte pelo fato de um paciente ou familiar deste não conseguir pedir socorro, os funcionários simplesmente não sabiam o que dizer.
No setor  técnico, a informação foi de que o pedido seria colocado na área de prioridade, após muita insistência de nosso repórter.
Estamos aguardando as providências, e continuamos acompanhando cada lance, para saber até onde vai a falta de respeito desta operadora com seus clientes e com a população em geral de Poço Fundo.

Em tempo: Se você precisa entrar em contato com o Hospital de Gimirim, tente pelo (35) 3283-1026 ou pelo 190, o telefone de emergência da Policia Militar.
Cabo é composto por vários pequenos fios que, danificados, prejudicam seletivamente residências e estabelecimentos, inclusive o Hospital de Gimirim
Dona de residência na via onde ocorreu o incidente não consegue colocar seu carro na garagem. Fio impede a entrada
A qualquer momento, situação pode piorar, já que caminhões continuam passando pela área, mesmo com dificuldades