Idoso mexe as pernas dois dias depois de receber a polilaminina, e agora diz que vai aprender a andar pela segunda vez Quase todo mundo tem ouvido falar da mais nova esperança para quem sofre lesões na coluna, especificamente na medula: A polilaminina, desenvolvida pela doutora Tatiana Sampaio, brasileira que merece o Prêmio Nobel de Medicina. Mas poucos sabem dos "milagres" que este remédio já produziu. Vou contra um! Há dois meses, o mundo de seu João desabou de uma altura de quase quatro metros. O corpo de 70 anos, acostumado a uma vida inteira de movimento, subitamente se imobilizou. A queda levou embora a liberdade de andar, de sentir o chão sob os pés, de cruzar uma sala sem ajuda. A paraplegia chegou como uma sentença: não mais. Seu João, porém, não aprendeu a se conformar. Enquanto a Justiça negava, instância após instância, o acesso ao medicamento experimental, ele esperava. Os dias se arrastavam. Sessenta dias de negativas, de recursos, de advogados, de papéis que d...
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